"Não quero mentir e não posso dizer a verdade, então acabou.”
(Closer - 2004)
Ah Alice! A desconfiança é um veneno mortal!
Chega um ponto em que nada que faça ou diga
será capaz de atravessar couraças tão duras
curtidas pela dor e medo.
Tanto sofrimento por um mero segredo!
Adeus Alice, é hora de ser Jane sem receio
Sem condições, cobranças ou rodeio
Seja audaz!
Procure quem realmente não seja capaz
de tirar os olhos (a alma e o coraçao) de ti.
Por que você, Jane, é por demais preciosa
para ser tratada de forma desamorosa.
Dan é um idiota e covarde.
Amor é para os fortes!
Soundtrack:
PS: Alice Ayres é tão fascinante porque não é apenas um nome. É um símbolo de como nos reinventamos e nos protegemos, dentro das relações interpessoais, particularmente, as afetivas.
Sua história nos faz refletir: até que ponto somos sinceros e transparentes? E o que realmente significa ser autêntico? Nietzsche nos encoraja a criar significado em vez de apenas buscá-lo. Goffman nos lembra que a identidade é performativa. Lacan aponta que a verdade do sujeito é sempre fragmentada e mediada pelo desejo do outro.
E você, o que tem a me dizer sobre si?
E você, o que tem a me dizer sobre si?
